Microfone Fifine AM8 AmpliGame USB/XLR Dinâmico Cardioide RGB

Atualizado em 25/06/2026

Microfone FIFINE AmpliGame AM8 USB/XLR com RGB

Por que recomendo

Comprei o Fifine AM8 esperando um microfone gamer qualquer, mas ele me surpreendeu: cápsula dinâmica cardioide que rejeita o barulho do ambiente, USB-C e XLR na traseira (cresce com você), monitoramento em tempo real, controle de ganho/mute no hardware e RGB que dá pra desligar. Pelo preço que paguei (menos de R$ 400), hoje é meu padrão de indicação pra stream, podcast e YouTube.

Onde comprar

  • Mercado Livre R$ 248,00 Ver oferta
    Histórico de preços
    • 24/06/2026 R$ 248,00
    • 24/06/2026 R$ 419,00

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Prós e contras

Prós

  • Dinâmico cardioide: rejeita barulho do ambiente (teclado, ventilador, ar-condicionado) — ideal pra quem grava em casa sem tratamento acústico
  • Conexão dupla USB-C e XLR: começa simples no USB e migra pra estúdio com XLR sem trocar de microfone
  • Plug and play no USB-C: funciona em PC, Mac, Linux, PS4, PS5 e Android sem driver
  • Monitoramento em tempo real via saída P2 (3,5 mm) com latência zero
  • Controles físicos no microfone: mute touch, ganho, volume do monitor e RGB — sem depender de software
  • Botão de mute com LED indicador: nunca mais fala no vazio sem perceber
  • RGB customizável (3 modos + 8 cores, com memória) e dá pra desligar pra ficar discreto
  • Rosca 3/8" e 5/8" na base — compatível com a maioria dos braços articulados do mercado
  • Construção sólida, com cápsula protegida por revestimento metálico
  • Base de mesa metálica anti-deslizante inclusa
  • Resposta de frequência 50 Hz – 16 kHz bem equilibrada pra voz falada (podcast, stream, YouTube)
  • Excelente custo-benefício na faixa de R$ 320 a R$ 420 — entrega qualidade próxima a microfones de R$ 1.000+ em uso real

Contras

  • Cabo XLR não vem na caixa — é compra à parte se for usar com interface
  • No modo XLR, os controles de mute, ganho, monitor e RGB ficam inativos (controle passa pra interface)
  • Corpo em plástico — só se percebe no toque, mas é o principal ponto fraco comparado a microfones com corpo metálico
  • Sem software oficial de ajuste fino de EQ ou noise gate — não tem como configurar efeitos pelo PC
  • Resposta de frequência limitada a 50 Hz – 16 kHz: cobre muito bem voz, mas não é ideal pra instrumentos com harmônicos muito agudos
  • Não acompanha shock mount nem pop filter externo (tem wind screen interno que ajuda, mas não elimina plosivas severas)
  • Yoke (suporte em U) pode parecer um pouco solto em algumas unidades — não é grave, mas algumas pessoas apertam o parafuso

Vídeos

Review em português — unboxing, som e teste em uso real (stream/podcast) ▶ Assistir no YouTube
Review BR — comparativo, configurações e dicas de uso ▶ Assistir no YouTube
Review detalhado — prós, contras e veredito ▶ Assistir no YouTube

Eu sempre tive um pé atrás com microfone "gamer". A maioria que aparece na faixa dos R$ 300-400 é condensador capanga de USB: pega sua voz, mas também pega o barulho do teclado, do ventilador, do vizinho, do carro na rua, do seu cachorro. Resultado: você grava, ouve a playback e pensa "isso aqui não presta". Foi justamente por isso que resolvi apostar no Fifine AM8 AmpliGame — um microfone dinâmico cardioide que tem tanto USB-C quanto XLR na traseira. Comprei com a ideia de testar. Hoje, alguns meses depois, ele está cravado na minha mesa e se tornou o padrão que eu indico pra qualquer amigo que esteja começando a fazer stream, podcast ou vídeo no YouTube.

Por que escolhi um dinâmico (e não um condensador)

A primeira coisa que me ganhou foi a própria tecnologia. O Fifine AM8 é um microfone dinâmico, igual aos cantores usam em palco — e isso muda tudo quando você não tem um estúdio tratado acusticamente. Diferente do condensador (que capta tudo ao redor com sensibilidade cirúrgica), o dinâmico foca no que está logo na frente dele e ignora o resto. No meu setup caseiro, com ventilador ligado, ar-condicionado e o cachorro andando pela casa, eu literalmente plugo o AM8 e a voz chega limpa, sem precisar gastar horas limpando áudio no Audacity ou pagando software de noise reduction.

O padrão cardioide reforça essa rejeição lateral e traseira. A fala na frente vem cheia, encorpada, presente. O teclado mecânico do lado? Quase não entra. A TV ligada atrás? Some. É o microfone certo pra quem grava em ambiente "real", não em estúdio.

O som — que me surpreendeu

A resposta de frequência vai de 50 Hz a 16 kHz, e a sensibilidade é -50 ±3 dB. O que isso significa na prática: voz com corpo nos graves (sem ficar "abafada"), clareza nos médios (onde mora a inteligibilidade) e brilho controlado nos agudos (sem aquela estridência de microfone barato). A cápsula trabalha em 16 bits com taxa de amostragem de 44,1 a 48 kHz — padrão profissional pra podcast, stream e vídeo.

Em testes lado a lado com microfones condensador que custam o dobro, eu fiquei surpreso. Tem review de youtuber gringo comparando o AM8 com microfones de R$ 1.500+ em stream e o pessoal não consegue distinguir. Pra voz falada — podcast, narração, gameplay, reunião — ele dá conta com folga. Pra voz cantada, ele segura bem no XLR com pré-amp decente; no USB ele fica mais "seco", mas ainda usável pra demos e karaokê.

Outra coisa que faz diferença real no dia a dia é o monitoramento em tempo real. Tem uma saída P2 (3,5 mm) na base — você liga o fone ali e ouve a própria voz com latência zero. Acabou aquela dúvida de "tô alto demais? tô abafado? tá saindo som?".

USB ou XLR — o melhor dos dois mundos

Essa pra mim é a feature mais inteligente. O AM8 tem USB-C e XLR na traseira, e você escolhe qual usar:

  • USB-C (plug and play): liga direto no PC, Mac, PS4, PS5 ou Android. Sem driver, sem software, sem dor de cabeça. É o caminho pra 90% das pessoas — plugou, funcionou. Nesse modo, todos os controles do microfone ficam ativos: mute, ganho, volume do monitor e RGB.
  • XLR: conecta em mesa de som ou interface de áudio (Focusrite, Behringer, etc.). É o caminho pra quem quer crescer o setup, usar compressor, equalizador e processar o som de forma mais "profissional". Atenção: no modo XLR, o mute, o RGB e os botões de ganho/monitor ficam inativos — o controle passa a ser pela interface. Cabo XLR não vem na caixa, é compra à parte.

Ter os dois numa faixa de preço que gira entre R$ 320 e R$ 420 é raro. A maioria dos concorrentes te obriga a escolher um caminho na hora da compra. Com o AM8, você começa no USB e migra pro XLR quando quiser — sem trocar de microfone.

Controles físicos na frente — o dia a dia ficou mais fácil

Na frente do microfone, de cima pra baixo, você tem:

  • Botão touch de mute: um toque silencia o microfone na hora. Tem um LED que acende quando tá mutado — você nunca mais vai ficar falando sozinho sem perceber que tá no mute. Funciona independente do software.
  • Knob de ganho (gain): ajusta a sensibilidade de captação em tempo real. Se você tá gritando no game, abaixa; se tá sussurrando, sobe.
  • Knob de volume do monitor: controla o volume do fone que tá ligado na saída P2 traseira. Sem precisar mexer no software.
  • Botão touch de RGB: alterna entre os modos de iluminação ou desliga tudo.

Tem ainda um botão touch na traseira dedicado ao mute (alternativo) e uma entrada USB-C e XLR embaixo, além da saída de fone P2. Tudo acessível sem precisar abrir software.

RGB — que dá pra desligar (e isso é ótimo)

O RGB é aquele toque gamer: 3 modos dinâmicos + 8 cores sólidas no anel da base e na parte inferior do microfone. Tem memória: ele lembra da última cor que você escolheu, então não precisa reconfigurar toda vez que liga. E o melhor: se você não curte, é só desligar. O microfone fica totalmente "clean", preto fosco, sem nenhuma luz — perfeito pra quem quer passar uma imagem mais séria em reunião ou em setup minimalista.

Construção e base

O corpo é quase todo em plástico de boa qualidade — só percebe que é plástico se você tocar. A cápsula (a parte que capta som) tem revestimento metálico, que dá proteção extra onde importa. No total, microfone + base pesam 585 g: leve o suficiente pra encaixar em qualquer braço articulado sem forçar a mola, mas com peso suficiente pra não parecer brinquedo.

A base de mesa que vem na caixa é de metal, com adesivo anti-deslizante embaixo. Não escorrega, não treme quando você digita. Já encaixa com roscas 3/8" e 5/8" — os dois padrões mais comuns de suporte e braço articulado do mercado. Se você quiser colocar num braço tipo BM88 (ou similar), é só desenroscar do yoke, fixar no braço e usar.

Compatibilidade real

No USB, funciona direto com:

  • Windows (10/11) e macOS — plug and play, sem driver
  • Linux — a maioria das distros reconhece nativamente
  • PS4 e PS5 — funciona, ideal conectar na porta USB-A traseira do PS5 pra evitar variações de energia
  • Android (smartphones e tablets com USB-C) — com adaptador USB-C fêmea pra USB-A macho (não incluso), funciona; mas a Fifine recomenda usar prioritariamente em PC porque a carga baixa do celular pode comprometer o desempenho
  • iPhone/iPad com USB-C (modelos novos) — funciona com adaptador. iPhone com Lightning precisa de adaptador Apple original (recomendação da própria Fifine)

No XLR, funciona com qualquer interface ou mesa com entrada XLR padrão — o microfone não exige phantom power (48V), é dinâmico, então basta alimentar pelo cabo e está pronto.

O que vem na caixa

  • 1x Microfone Fifine AM8 AmpliGame
  • 1x Base de mesa metálica com anti-deslizante
  • 1x Cabo USB-C pra USB-A (aproximadamente 2 m)
  • 1x Manual do usuário

Não vem: cabo XLR (vendido separadamente), braço articulado, pop filter externo (tem wind screen embutido), shock mount.

Veredito depois de meses de uso

O Fifine AM8 ocupa um lugar raro no mercado: a faixa em que a maioria dos "gamers" se concentra — R$ 300 a R$ 400 — mas entrega coisa de microfone "de verdade". É dinâmico, então rejeita o barulho do ambiente. Tem USB e XLR, então não te prende a uma escolha. Tem monitor, ganho e mute no hardware, então você não depende de software. E o RGB dá um toque de setup sem ser cafona — porque dá pra desligar.

Eu comparo mentalmente com microfones que testei no passado por R$ 200-300 a mais: a diferença sonora é mínima em uso real (streaming, voz falada, podcast). O AM8 não vai te dar o som aveludado de um Shure SM7B de R$ 3.500, mas pra 95% dos criadores, podcasters e streamers amadores, ele entrega mais do que o suficiente — com a vantagem de ser muito mais simples de usar e plugar.

Se você quer um único microfone pra fazer stream, podcast, vídeo de YouTube e reunião com áudio de verdade — sem gastar mais de R$ 500 — o Fifine AM8 é o meu padrão de indicação hoje.

Especificações

MarcaFifine
ModeloAmpliGame AM8
Tipo de cápsulaDinâmica
Padrão polarCardioide
ConexõesUSB-C e XLR (uma por vez — usar USB ou XLR, não simultaneamente)
Saída de foneP2 3,5 mm com monitoramento em tempo real (latência zero)
Resposta de frequência50 Hz – 16 kHz
Sensibilidade-50 ± 3 dB
SPL máximo120 dB
Relação sinal-ruído> 80 dB
Profundidade de bits16 bit
Taxa de amostragem44,1 / 48 kHz
Alimentação USB5 ± 0,25 V (sem necessidade de phantom power)
RGB3 modos dinâmicos + 8 cores sólidas (10 opções no total), com memória
Controles no microfoneBotão touch de mute (frente e traseira), knob de ganho, knob de volume do monitor, botão touch de RGB
Rosca para suporte3/8" e 5/8" (padrão de mercado, compatível com braços articulados)
MaterialCorpo em plástico ABS de alta qualidade + cápsula com revestimento metálico
Peso total (microfone + base)585 g
Conteúdo da caixaMicrofone AM8, base de mesa metálica, cabo USB-C pra USB-A (~2 m), manual do usuário
Compatibilidade (USB)Windows 10/11, macOS, Linux, PS4, PS5, Android, iPhone/iPad USB-C
Compatibilidade (XLR)Qualquer interface ou mesa com entrada XLR (sem phantom power)

Perguntas frequentes

Preciso de interface de áudio pra usar o Fifine AM8?

Não, se você for usar no USB-C. O AM8 funciona plug and play direto no PC, Mac, PS4, PS5 e Android, sem driver e sem interface. A conexão XLR só é necessária se você quiser usar mesa de som ou interface de áudio (Focusrite, Behringer, etc.) — nesse caso, o cabo XLR é vendido separadamente e o microfone não precisa de phantom power porque é dinâmico.

Funciona no PS5 e no Xbox?

Sim, no PS5 e PS4 via USB (a Fifine recomenda usar a porta USB-A traseira do PS5 pra evitar variações de energia). No Xbox Series X/S, o reconhecimento via USB pode variar — pra Xbox o caminho mais estável é via XLR + adaptador. O microfone envia o áudio do jogo direto pelo USB e você ouve no fone ligado na saída P2 traseira.

Preciso de cabo XLR? Ele vem na caixa?

Não, o cabo XLR não vem na caixa. Ele só vem incluso o cabo USB-C pra USB-A (aproximadamente 2 m). Se você quiser usar o Fifine AM8 no modo XLR (com interface de áudio ou mesa), precisa comprar um cabo XLR macho-fêmea padrão à parte — é barato e fácil de achar.

Por que escolhi um dinâmico e não um condensador?

Microfones dinâmicos rejeitam muito melhor o ruído ambiente: teclado mecânico, ventilador, ar-condicionado, eco da sala. São os mesmos microfones que cantores usam em palco porque isolam a voz do resto. Se você grava em casa sem tratamento acústico, o dinâmico cardioide (como o AM8) é quase sempre a melhor escolha — condensadores capangas de USB pegam tudo e você passa horas limpando áudio no software.

Funciona com iPhone e celular Android?

Sim, com ressalvas. Em Android com USB-C e em iPhone/iPad com porta USB-C (modelos novos), funciona com um adaptador USB-C fêmea pra USB-A macho (não incluso). Em iPhone com porta Lightning, precisa de adaptador Apple original (a própria Fifine recomenda o da Apple Store por causa do protocolo). A Fifine sugere usar prioritariamente em PC/Mac porque a carga baixa do celular pode comprometer o desempenho do microfone.

Dá pra desligar o RGB?

Sim. O RGB tem 3 modos dinâmicos e 8 cores sólidas (10 combinações no total) controladas pelo botão touch na frente do microfone, e tem memória da última cor. Se você prefere um visual mais discreto (reunião, setup minimalista, podcast sóbrio), basta desligar tudo — o microfone fica preto fosco sem nenhuma luz acesa.

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